André no seu chat perigoso
Esta história fala de um menino com doze anos que adorava a internet e era o menino mais popular da turma.
Um dia inscreveu-se num chat porque um amigo lhe tinha dito que era muito bom. Assim, o André foi ao chat e começou a falar com pessoas que não conhecia de lado nenhum. Todos os dias quando chegava a casa, ia logo para o computador falar com essa gente.
Um dia, o André estava a falar com um amigo que ele não conhecia e combinaram encontrarem-se no mato, ao pé da escola.
Nesse dia, assim foi. O André foi para o mato, mas quem lá estava era um bando de ladrões encapuçados que, às escondidas, o raptaram e o levaram para um armazém a trinta quilómetros de distância da escola.
A mãe do André, como já estava a ficar preocupada, ligou-lhe para o telemóvel, mas quem atendeu foi o amigo do chat, que era o líder dos ladrões e afinal não tinha doze anos e não se chamava Ruben. Tinha vinte e cinco anos e chamava-se Zacarias. O Zacarias disse que lhe dava o filho se ela lhe desse cinco milhões de euros.
Os pais do André resolveram entregar-lhes notas falsas e a polícia acabou por prender os ladrões.
A família do André ficou muito contente e feliz e o André nunca mais se inscreveu em chats.
A moral da história é que nunca devemos falar nem encontrar-nos com pessoas desconhecidas.
Todos aprenderam uma grande lição.
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Tuesday, March 24, 2009
Tuesday, February 03, 2009
Joana Casaca
“Mudou completamente”
Era uma vez uma menina chamada Joana.
A Joana era muito simpática, e muito brincalhona. Era muito bonita, com os seus olhos verdes e os seus cabelos loiros.
Ela, um dia, foi com a avó ao parque e viu um lindo gatinho num cantinho abandonado! A Joana ficou com tanta, tanta pena, que pediu à avó para o levar para casa. Como a avó gostava muito de animais, deixou a Joana levá-lo.
A casa da Joana ficava um bocadinho longe do parque. Ficava situada num sítio muito distante das outras casas, no campo. Mas era uma casa linda, com portadas brancas, pintada azul.
A Joana era nova ali e não tinha nem um amigo. Então o gatinho para ela era o seu melhor amigo!Passados um ano, dois anos, três anos o gatinho já estava muito velhinho e acabou por morrer!
A Joana ficou tão triste, tão triste que pediu às suas amigas fadas para o transformarem em ser humano, para ela não ficar sozinha e sem amigos !
Pediu uma vez e nada, pediu novamente, também não deu. Mas à terceira a Joana pediu com tanta, tanta força, que sentiu algo. O gatinho começou a transformar-se em humano! A Joana ficou tão contente que decidiu ser um segredo só deles os dois.
Claro que a Joana contou tudo ao gatinho, quer dizer, ao Diogo, porque a Joana tinha de lhe dar algum nome! E a partir dai foram sempre os melhores amigos!
A VIDA DA JOANA MUDOU COMPLETAMENTE !
Era uma vez uma menina chamada Joana.
A Joana era muito simpática, e muito brincalhona. Era muito bonita, com os seus olhos verdes e os seus cabelos loiros.
Ela, um dia, foi com a avó ao parque e viu um lindo gatinho num cantinho abandonado! A Joana ficou com tanta, tanta pena, que pediu à avó para o levar para casa. Como a avó gostava muito de animais, deixou a Joana levá-lo.
A casa da Joana ficava um bocadinho longe do parque. Ficava situada num sítio muito distante das outras casas, no campo. Mas era uma casa linda, com portadas brancas, pintada azul.
A Joana era nova ali e não tinha nem um amigo. Então o gatinho para ela era o seu melhor amigo!Passados um ano, dois anos, três anos o gatinho já estava muito velhinho e acabou por morrer!
A Joana ficou tão triste, tão triste que pediu às suas amigas fadas para o transformarem em ser humano, para ela não ficar sozinha e sem amigos !
Pediu uma vez e nada, pediu novamente, também não deu. Mas à terceira a Joana pediu com tanta, tanta força, que sentiu algo. O gatinho começou a transformar-se em humano! A Joana ficou tão contente que decidiu ser um segredo só deles os dois.
Claro que a Joana contou tudo ao gatinho, quer dizer, ao Diogo, porque a Joana tinha de lhe dar algum nome! E a partir dai foram sempre os melhores amigos!
A VIDA DA JOANA MUDOU COMPLETAMENTE !
João Diogo
A VINGANÇA
Há muito tempo, em 1976, um homem nobre foi condenado à morte em África.
O homem era alto, magro, de cabelo preto e olhos castanhos. Ele foi condenado à morte por ter sido contrario às ideias do rei. Quando ele morreu, veio uma luz do céu e transformou o homem numa águia:
- Tu, águia, vais ter a tua vingança e vais impor as tuas ordens.
Passado alguns anos, a águia teve a sua vingança. Mas acabou por ser castigada, porque estava a fazer muito mal ao país. Até que, um dia, o antigo rei disse:
- Chega, vou tomar medidas!
E assim foi: revoltaram-se contra a águia. Mas ela foi derrotada, porque a luz do céu transformou-a outra vez num homem e mataram-no.
Há muito tempo, em 1976, um homem nobre foi condenado à morte em África.
O homem era alto, magro, de cabelo preto e olhos castanhos. Ele foi condenado à morte por ter sido contrario às ideias do rei. Quando ele morreu, veio uma luz do céu e transformou o homem numa águia:
- Tu, águia, vais ter a tua vingança e vais impor as tuas ordens.
Passado alguns anos, a águia teve a sua vingança. Mas acabou por ser castigada, porque estava a fazer muito mal ao país. Até que, um dia, o antigo rei disse:
- Chega, vou tomar medidas!
E assim foi: revoltaram-se contra a águia. Mas ela foi derrotada, porque a luz do céu transformou-a outra vez num homem e mataram-no.
Luís Ferreira
O Mendigo e o Homem
Há muitos anos, numa aldeia chamada “Aldeia dos Cravos”, que se situava no interior de Portugal, junto a uma serra, havia um mendigo. Esse mendigo era alto, magrinho e muito bondoso. As pessoas da aldeia eram algumas bondosas e outras antipáticas e pouco sociáveis.
Nessa aldeia havia uma pessoa muito maldosa, que tinha muito dinheiro. Tinha crescido órfão e deixaram-lhe uma grande herança.
Quando passava pelo mendigo nunca lhe dava esmola e o mendigo indignado dizia:
-Um dia, se tu quiseres, ajudar-te-ei a olhares para o mundo de um modo diferente!
E o homem ia-se embora, a pensar no que o mendigo lhe tinha dito.
Até que, passado algum tempo, o homem um dia encontrou o mendigo e resolveu levá-lo para casa. Deu-lhe de comer, de beber e conversou com ele. O homem contou um bocadinho da sua vida ao mendigo e o mendigo também. O homem disse que tinha muito dinheiro, mas gostaria mais de ter tido uma família, como as pessoas da aldeia.
Foi nessa altura que o mendigo lhe disse que era seu pai e a partir desse momento o homem ficou mais feliz e generoso para todas as pessoas da aldeia.
Um dia quando morreu deixou toda a sua fortuna às pessoas da aldeia e transformou-se num cão que era o melhor amigo do mendigo.
Há muitos anos, numa aldeia chamada “Aldeia dos Cravos”, que se situava no interior de Portugal, junto a uma serra, havia um mendigo. Esse mendigo era alto, magrinho e muito bondoso. As pessoas da aldeia eram algumas bondosas e outras antipáticas e pouco sociáveis.
Nessa aldeia havia uma pessoa muito maldosa, que tinha muito dinheiro. Tinha crescido órfão e deixaram-lhe uma grande herança.
Quando passava pelo mendigo nunca lhe dava esmola e o mendigo indignado dizia:
-Um dia, se tu quiseres, ajudar-te-ei a olhares para o mundo de um modo diferente!
E o homem ia-se embora, a pensar no que o mendigo lhe tinha dito.
Até que, passado algum tempo, o homem um dia encontrou o mendigo e resolveu levá-lo para casa. Deu-lhe de comer, de beber e conversou com ele. O homem contou um bocadinho da sua vida ao mendigo e o mendigo também. O homem disse que tinha muito dinheiro, mas gostaria mais de ter tido uma família, como as pessoas da aldeia.
Foi nessa altura que o mendigo lhe disse que era seu pai e a partir desse momento o homem ficou mais feliz e generoso para todas as pessoas da aldeia.
Um dia quando morreu deixou toda a sua fortuna às pessoas da aldeia e transformou-se num cão que era o melhor amigo do mendigo.
Amélie Matias
Uma lição em 40 dias e 40 noites
Há muito tempo atrás num castelo vivia um rei. Um rei muito mandão e mau tratavaa os animais sem dó nem piedade. Seus olhos eram negros, tinha uma barba até à cintura e era muito alto. Morava num castelo no meio do nada.Tinha tantas árvores que parecia que vivia na escuridão. Numa certa tarde passsou por ali uma velhinha que, na verdade, era a fada daquela floresta.
-Vou castigar aquele rei por fazer tanta maldade.
Matava os animais para tirar a pele e depois deitava-a fora. Matava por gosto, matava só por matar. Então a fada teve de tomar medidas drásticas. Tinha de fazer alguma coisa para castigar o rei que não respeitava os animais.Transformado em coelho, ele ficaria enfeitiçado durante 40 dias e 40 noites.
Durante esse tempo ele aprendeu, bastante. Aprendeu que os animais também têm direito de viver. Então o rei começou a dar mais valor aos animais e não só. Também aprendeu a ter mais respeito pela vida.
Moral: Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.
Há muito tempo atrás num castelo vivia um rei. Um rei muito mandão e mau tratavaa os animais sem dó nem piedade. Seus olhos eram negros, tinha uma barba até à cintura e era muito alto. Morava num castelo no meio do nada.Tinha tantas árvores que parecia que vivia na escuridão. Numa certa tarde passsou por ali uma velhinha que, na verdade, era a fada daquela floresta.
-Vou castigar aquele rei por fazer tanta maldade.
Matava os animais para tirar a pele e depois deitava-a fora. Matava por gosto, matava só por matar. Então a fada teve de tomar medidas drásticas. Tinha de fazer alguma coisa para castigar o rei que não respeitava os animais.Transformado em coelho, ele ficaria enfeitiçado durante 40 dias e 40 noites.
Durante esse tempo ele aprendeu, bastante. Aprendeu que os animais também têm direito de viver. Então o rei começou a dar mais valor aos animais e não só. Também aprendeu a ter mais respeito pela vida.
Moral: Não faças aos outros o que não gostas que te façam a ti.
Pedro Rodrigues
O Ladrão de "Tech Deck"
Num dia de Inverno muito frio a turma 6º E foi para a escola às oito e vinte porque era quinta-feira.
A turma 6º E é muito brincalhona, mal comportada, mas amigos e simpáticos. Esta turma tem vinte e cinco alunos, catorze rapazes e onze raparigas, uns altos e outros baixos, uns magros, outros mais cheios.
A escola é mais ou menos grande, tem quatro pavilhões. O pavilhão A é onde está a secretaria, o P.B.X., a sala dos Professores e dos directores de turma, a reprografia, o conselho executivo, o centro de recursos educativos e o laboratório de matemática. O pavilhão B e o C têm salas de aula normais. O pavilhão D é onde existe o bar, o refeitório, a papelaria, o balneário e o ginásio.
A primeira aula que o 6º E teve foi Inglês e correu normalmente. Quando acabou a aula eles iam ter Educação Física. Então no intervalo, foram brincar com os “tech deck” para a porta do pavilhão D. Para quem não sabe, os “tech deck” são uns “skates” pequeninos para brincar com os dedos.
Quando tocou, eles foram para o balneário vestirem-se. Os rapazes deixaram os “tech deck” nas mochilas e foram para o campo de jogos, porque era onde iam ter Educação Física.
Quando voltaram os “tech deck” não estavam lá. “E agora?” -Diziam eles. Demoraram muito tempo a vestirem-se; por isso, quando saíram do balneário tocou e tiveram de ir para aula de Língua Portuguesa.
Mas, quando entraram na sala e se sentaram, olharam para a janela e viram um miúdo a correr com um saco na mão. O miúdo caiu. E o que estava dentro saco dele era os “tech deck” dos rapazes do 6º E. Saíram da sala e foram buscar os brinquedos. Mas quando chegaram lá aconteceu uma coisa espantosa o miúdo estava transformado em formiga.
Os rapazes brincam com os “tech deck” por cima da formiga. Foi um bom castigo.
Num dia de Inverno muito frio a turma 6º E foi para a escola às oito e vinte porque era quinta-feira.
A turma 6º E é muito brincalhona, mal comportada, mas amigos e simpáticos. Esta turma tem vinte e cinco alunos, catorze rapazes e onze raparigas, uns altos e outros baixos, uns magros, outros mais cheios.
A escola é mais ou menos grande, tem quatro pavilhões. O pavilhão A é onde está a secretaria, o P.B.X., a sala dos Professores e dos directores de turma, a reprografia, o conselho executivo, o centro de recursos educativos e o laboratório de matemática. O pavilhão B e o C têm salas de aula normais. O pavilhão D é onde existe o bar, o refeitório, a papelaria, o balneário e o ginásio.
A primeira aula que o 6º E teve foi Inglês e correu normalmente. Quando acabou a aula eles iam ter Educação Física. Então no intervalo, foram brincar com os “tech deck” para a porta do pavilhão D. Para quem não sabe, os “tech deck” são uns “skates” pequeninos para brincar com os dedos.
Quando tocou, eles foram para o balneário vestirem-se. Os rapazes deixaram os “tech deck” nas mochilas e foram para o campo de jogos, porque era onde iam ter Educação Física.
Quando voltaram os “tech deck” não estavam lá. “E agora?” -Diziam eles. Demoraram muito tempo a vestirem-se; por isso, quando saíram do balneário tocou e tiveram de ir para aula de Língua Portuguesa.
Mas, quando entraram na sala e se sentaram, olharam para a janela e viram um miúdo a correr com um saco na mão. O miúdo caiu. E o que estava dentro saco dele era os “tech deck” dos rapazes do 6º E. Saíram da sala e foram buscar os brinquedos. Mas quando chegaram lá aconteceu uma coisa espantosa o miúdo estava transformado em formiga.
Os rapazes brincam com os “tech deck” por cima da formiga. Foi um bom castigo.
Débora Marquês
Carolina… ou… flor
Era uma vez uma menina chamada Carolina que vivia na Ilha das Flores, um ilha onde todos os campos tinham flores de todos os tipos, cores e tamanhos.
A Carolina era uma menina amiga, responsável, simpática e muito gira, uma rapariga que todos os rapazes admiravam.
A Ilha das Flores era um sítio encantador, sempre com sol. Nunca chovia e era sítio onde havia um ar de magia.
Sempre disseram a Carolina que havia magia na Ilha das Flores e que as flores tinham vida, mas a Carolina não acreditava.
Um dia, ao pôr-do-sol, quando Carolina ia a passear pelo seu jardim, viu uma flor que nunca tinha visto, a flor mais bonita que já tinha visto na Ilha das Flores. Então pensou em pegar nela e levá-la para casa. Qual foi o seu espanto quando ao pegá-la, a flor abriu os olhos e disse-lhe:
-Então! Espera aí, porque é que me vais arrancar? Gostavas que eu te matasse?
-Não! Mas tu és flor e as flores são para arrancar e levar para decorar a casa.
-Se pensas assim, vou-te transformar em flor durante um dia, para tu aprenderes o que as flores sofrem.
-Não, espera! Eu prometo nunca mais vou fazer mal a flores nem a qualquer pessoa, porque afinal as flores e as árvores também são pessoas como os seres humanos.
E então a flor desculpou-a, mas em troca a Carolina tinha de cuidar todos os dias dela.
E a Carolina perguntou-lhe:
-O que é que tenho de fazer?
-Tens de regar-me todos os dias e de conversar comigo.
-Só tenho de fazer isso?
-Sim o que eu preciso é a mesma coisa que tu tens de fazer no teu dia-a-dia. Tu comes e as pessoas também conversam contigo não é?
-Sim, realmente nunca tinha pensado assim.
E quando a Carolina cumpriu o que a flor lhe disse, a flor muito orgulhosa e contente disse-lhe:
-Estou muito orgulhosa por seres uma menina que cuida e respeita as flores, por isso vou concretizar todos os teus desejos.
E assim foi. A flor realizou todos os seus desejos.
O primeiro desejo da Carolina foi que todas as pessoas da Ilha das Flores cuidassem das flores como ela cuidava, então a Ilha das flores passou a ser uma ilha onde todas as pessoas, flores e arvores viviam felizes.
Era uma vez uma menina chamada Carolina que vivia na Ilha das Flores, um ilha onde todos os campos tinham flores de todos os tipos, cores e tamanhos.
A Carolina era uma menina amiga, responsável, simpática e muito gira, uma rapariga que todos os rapazes admiravam.
A Ilha das Flores era um sítio encantador, sempre com sol. Nunca chovia e era sítio onde havia um ar de magia.
Sempre disseram a Carolina que havia magia na Ilha das Flores e que as flores tinham vida, mas a Carolina não acreditava.
Um dia, ao pôr-do-sol, quando Carolina ia a passear pelo seu jardim, viu uma flor que nunca tinha visto, a flor mais bonita que já tinha visto na Ilha das Flores. Então pensou em pegar nela e levá-la para casa. Qual foi o seu espanto quando ao pegá-la, a flor abriu os olhos e disse-lhe:
-Então! Espera aí, porque é que me vais arrancar? Gostavas que eu te matasse?
-Não! Mas tu és flor e as flores são para arrancar e levar para decorar a casa.
-Se pensas assim, vou-te transformar em flor durante um dia, para tu aprenderes o que as flores sofrem.
-Não, espera! Eu prometo nunca mais vou fazer mal a flores nem a qualquer pessoa, porque afinal as flores e as árvores também são pessoas como os seres humanos.
E então a flor desculpou-a, mas em troca a Carolina tinha de cuidar todos os dias dela.
E a Carolina perguntou-lhe:
-O que é que tenho de fazer?
-Tens de regar-me todos os dias e de conversar comigo.
-Só tenho de fazer isso?
-Sim o que eu preciso é a mesma coisa que tu tens de fazer no teu dia-a-dia. Tu comes e as pessoas também conversam contigo não é?
-Sim, realmente nunca tinha pensado assim.
E quando a Carolina cumpriu o que a flor lhe disse, a flor muito orgulhosa e contente disse-lhe:
-Estou muito orgulhosa por seres uma menina que cuida e respeita as flores, por isso vou concretizar todos os teus desejos.
E assim foi. A flor realizou todos os seus desejos.
O primeiro desejo da Carolina foi que todas as pessoas da Ilha das Flores cuidassem das flores como ela cuidava, então a Ilha das flores passou a ser uma ilha onde todas as pessoas, flores e arvores viviam felizes.
Carolina Sanches
O menino e a feiticeira
Há muitos anos havia um menino muito bonito, pequeno, magro, inteligente e amigo dos seus amigos. Era muito amigo de uma feiticeira que era muito bonita, alta, e também amiga dos seus amigos. A feiticeira gostava muito do menino.
Viviam num lindo palácio, num monte muito alto, onde só viviam eles e os seus empregados.
Um belo dia foram os dois passear e apareceu um rapaz da idade do menino. O rapaz começou a gozar com o menino por ter uma amiga feiticeira e o menino defendeu-se dizendo ao outro para não gozar, porque até achava engraçado ter como amiga uma feiticeira.
Quando chegaram os dois ao palácio a feiticeira perguntou ao menino o que é que ele queria ser se não fosse humano. O menino respondeu-lhe que gostaria de ser um leão. A feiticeira assim fez, transformou-o num leão e o menino adorou.
Passados uns anos o feitiço quebrou-se e o menino voltou a ser humano.Casou e viveu feliz para sempre com a sua mulher, os seus filhos e a amiga feiticeira.
Há muitos anos havia um menino muito bonito, pequeno, magro, inteligente e amigo dos seus amigos. Era muito amigo de uma feiticeira que era muito bonita, alta, e também amiga dos seus amigos. A feiticeira gostava muito do menino.
Viviam num lindo palácio, num monte muito alto, onde só viviam eles e os seus empregados.
Um belo dia foram os dois passear e apareceu um rapaz da idade do menino. O rapaz começou a gozar com o menino por ter uma amiga feiticeira e o menino defendeu-se dizendo ao outro para não gozar, porque até achava engraçado ter como amiga uma feiticeira.
Quando chegaram os dois ao palácio a feiticeira perguntou ao menino o que é que ele queria ser se não fosse humano. O menino respondeu-lhe que gostaria de ser um leão. A feiticeira assim fez, transformou-o num leão e o menino adorou.
Passados uns anos o feitiço quebrou-se e o menino voltou a ser humano.Casou e viveu feliz para sempre com a sua mulher, os seus filhos e a amiga feiticeira.
Rui Casaca
O Acontecimento
Estava eu numa manhã de Agosto num jardim. Sou loiro, alto, magro e de olhos verdes. Sou muito mau e pratico muito bem desporto.
Bom,voltemos ao início. Como já disse, estava eu numa manhã de Agosto num jardim e fui fazer uma das minhas maldades. Dessa vez fui mesmo mau; espalhei o lixo todo no chão. Passado algum tempo começei a ficar verde, com dentes feios, unhas sujas e cheio de borbulhas. Concluindo e resumindo: um monstro!!!
Comecei a pensar porque me tinha acontecido isso e cheguei à conclusão: sou muito mau para as pessoas.
Estava disposto a voltar ao normal, mas para isso tinha que fazer coisas boas.
Foi tão dificil voltar ao normal. Primeiro não sou bonzinho. Segundo quando me chegava ao pé de uma pessoa, ela começava a gritar. Uma até desmaiou, coitada.
Tentei ,tentei até que consegui fazer coisas boas. Ajudei uma velhinha a atravessar a rua, lutei contra um dinossauro gigante que veio à terra e muitas outras coisas.
Foi assim que consegui ficar normal. A partir daquele momento nunca mais fiz coisas más.
Estava eu numa manhã de Agosto num jardim. Sou loiro, alto, magro e de olhos verdes. Sou muito mau e pratico muito bem desporto.
Bom,voltemos ao início. Como já disse, estava eu numa manhã de Agosto num jardim e fui fazer uma das minhas maldades. Dessa vez fui mesmo mau; espalhei o lixo todo no chão. Passado algum tempo começei a ficar verde, com dentes feios, unhas sujas e cheio de borbulhas. Concluindo e resumindo: um monstro!!!
Comecei a pensar porque me tinha acontecido isso e cheguei à conclusão: sou muito mau para as pessoas.
Estava disposto a voltar ao normal, mas para isso tinha que fazer coisas boas.
Foi tão dificil voltar ao normal. Primeiro não sou bonzinho. Segundo quando me chegava ao pé de uma pessoa, ela começava a gritar. Uma até desmaiou, coitada.
Tentei ,tentei até que consegui fazer coisas boas. Ajudei uma velhinha a atravessar a rua, lutei contra um dinossauro gigante que veio à terra e muitas outras coisas.
Foi assim que consegui ficar normal. A partir daquele momento nunca mais fiz coisas más.
Tuesday, December 11, 2007
Joaquim Gaboleiro e Miguel Gaboleiro
A HISTÓRIA DO NATAL
CONTADA POR UM CAMELO
Num dia de Inverno, à noite, estava a passear o meu amo, quando ele viu um estrela no céu. A estrela brilhava mais do que as outras. Ele, como sabia ver o futuro pelas estrelas, viu logo que era o Filho de Deus que estava a nascer.
Então chamou os amigos. Quando estavam todos com ele e já tinham presentes para esse Menino, seguiram o caminho da estrela. Mas foram-se perdendo várias vezes... passando por florestas, montanhas e desertos. Chegaram a um rio. Aí, eu e os outros bebemos água.
Demos a volta ao rio para chegarmos a Belém.
Quando chegámos à cidade, a estrela pôs-se em cima de um palheiro, onde havia ovelhas, um burro e uma vaca. À frente desses animais, dentro de uma manjedoura, estava um menino e ao seu lado uma mulher e um homem. A estrela apontava para aquele Menino. O meu amo saiu de cima de mim e os outros dois amigos do meu amo fizeram o mesmo. O meu amo trazia incenso, o outro trazia ouro e o último trazia mirra. O meu amo e os outros amigos foram em direcção ao Menino na manjedoura e perguntaram aos pais:
- Este Menino é Jesus?
Os pais responderam:
- Sim!
Então os reis magos ofereceram o que traziam ao Menino Jesus para o adorarem. O meu amo e os outros dois contaram ainda a Maria e a José que o rei Herodes os tinha tentado enganar para matar a criança, mas eles não voltariam lá mais.
Depois de adorarem Jesus, os magos nossos donos partiram de novo para o Oriente.
CONTADA POR UM CAMELO
Num dia de Inverno, à noite, estava a passear o meu amo, quando ele viu um estrela no céu. A estrela brilhava mais do que as outras. Ele, como sabia ver o futuro pelas estrelas, viu logo que era o Filho de Deus que estava a nascer.
Então chamou os amigos. Quando estavam todos com ele e já tinham presentes para esse Menino, seguiram o caminho da estrela. Mas foram-se perdendo várias vezes... passando por florestas, montanhas e desertos. Chegaram a um rio. Aí, eu e os outros bebemos água.
Demos a volta ao rio para chegarmos a Belém.
Quando chegámos à cidade, a estrela pôs-se em cima de um palheiro, onde havia ovelhas, um burro e uma vaca. À frente desses animais, dentro de uma manjedoura, estava um menino e ao seu lado uma mulher e um homem. A estrela apontava para aquele Menino. O meu amo saiu de cima de mim e os outros dois amigos do meu amo fizeram o mesmo. O meu amo trazia incenso, o outro trazia ouro e o último trazia mirra. O meu amo e os outros amigos foram em direcção ao Menino na manjedoura e perguntaram aos pais:
- Este Menino é Jesus?
Os pais responderam:
- Sim!
Então os reis magos ofereceram o que traziam ao Menino Jesus para o adorarem. O meu amo e os outros dois contaram ainda a Maria e a José que o rei Herodes os tinha tentado enganar para matar a criança, mas eles não voltariam lá mais.
Depois de adorarem Jesus, os magos nossos donos partiram de novo para o Oriente.
Jonas Marques e Artur Ferreira
UM NASCIMENTO ESPECIAL
Eu estava no reino da Arábia. Estava a beber água no meu estábulo, quando foi anunciado que o Filho de Deus nascera.
Assim que a notícia foi anunciada, o meu amo montou-se em mim e os seus amigos montaram nos meus amigos camelos.
Saímos da cidade e viajámos durante vários dias e várias noites.
Num desses dias, encontrámos um palácio. O seu dono disse que queria conhecer o Menino. Pediu que, quando os nossos amos voltassem, o avisassem do sítio onde Ele nascera.
Seguimos o nosso caminho.
A meio da noite, ao dormirmos, ao meu amo sonhou com anjos. Avisaram-no de que o rei Herodes, dono do palácio, queria matar o Menino.
De repente, uma estrela, a mais brilhante de todas que eu já vira, apareceu no céu. O meu amo começou a puxar pelas minha rédeas - e começámos a seguir aquela estrela, até ela parar em cima de um estábulo.
O meu amo desmontou-se e seguiu para esse lugar. Lá estava o tal Filho de Deus...
Eu fui até à porta para o ver. Lá estavam uma vaca e um burro a aquecerem o Menino e, ao seu lado, Maria (a mãe) e José (o padrasto). Vi também o meu amo e os seus amigos com cofres nas mãos a oferecerem prendas ao Menino: ouro, incenso e mirra.
Enquanto os anjos O observavam, eu e o meu amo voltámos para a nossa terra. Mas não pela cidade. Fomos pelo deserto, para que o rei não matasse o Menino Jesus.
Eu estava no reino da Arábia. Estava a beber água no meu estábulo, quando foi anunciado que o Filho de Deus nascera.
Assim que a notícia foi anunciada, o meu amo montou-se em mim e os seus amigos montaram nos meus amigos camelos.
Saímos da cidade e viajámos durante vários dias e várias noites.
Num desses dias, encontrámos um palácio. O seu dono disse que queria conhecer o Menino. Pediu que, quando os nossos amos voltassem, o avisassem do sítio onde Ele nascera.
Seguimos o nosso caminho.
A meio da noite, ao dormirmos, ao meu amo sonhou com anjos. Avisaram-no de que o rei Herodes, dono do palácio, queria matar o Menino.
De repente, uma estrela, a mais brilhante de todas que eu já vira, apareceu no céu. O meu amo começou a puxar pelas minha rédeas - e começámos a seguir aquela estrela, até ela parar em cima de um estábulo.
O meu amo desmontou-se e seguiu para esse lugar. Lá estava o tal Filho de Deus...
Eu fui até à porta para o ver. Lá estavam uma vaca e um burro a aquecerem o Menino e, ao seu lado, Maria (a mãe) e José (o padrasto). Vi também o meu amo e os seus amigos com cofres nas mãos a oferecerem prendas ao Menino: ouro, incenso e mirra.
Enquanto os anjos O observavam, eu e o meu amo voltámos para a nossa terra. Mas não pela cidade. Fomos pelo deserto, para que o rei não matasse o Menino Jesus.
Friday, November 09, 2007
Ana Carolina Silva
À caça das bruxas
Certo dia, naquele tempo, num reino bem distante, numa floresta, moravam um rei, uma rainha, um padre, um moleiro e uma feiticeira.
Num belo dia, o rei chamou a rainha para tratar de um assunto que estava acontecendo ali perto do seu reino. Quando a rainha chegou ao seu lado, ele disse-lhe:
- Você está percebendo que anda acontecendo algo de errado em nosso reino?
A senhora rainha respondeu-lhe:
- Sim, meu amado, eu tenho percebido muita coisa em nosso reino. Acho que há alguém roubando a nossa herança!
O rei respondeu:
- Não só nossa herança, mas também fazendo desaparecer nossos guardas e provocando também muitas mortes!
- Eu acho que isso que anda acontecendo é coisa daquela feiticeira malvada!
- E não é só isso, não. Ela anda provocando tempestades por aí .
E o rei ordenou que todos fossem à caça da feiticeira má. Ninguém a encontrou. O rei falou como seu guarda mais forte e mandou-o ir à caça da feiticeira. Ele foi .
Passaram duas semanas e o guarda não chegava. O rei ficou muito nervoso. Passado um mês, o guarda veio com uma velhota feiticeira. Todos no reino ficaram assustados com ela.
O rei, ao em vez de matá-la, prendeu-a num calabouço e todos ficaram felizes sem roubos, sem mortes e desaparecimentos em todo o reino.
Certo dia, naquele tempo, num reino bem distante, numa floresta, moravam um rei, uma rainha, um padre, um moleiro e uma feiticeira.
Num belo dia, o rei chamou a rainha para tratar de um assunto que estava acontecendo ali perto do seu reino. Quando a rainha chegou ao seu lado, ele disse-lhe:
- Você está percebendo que anda acontecendo algo de errado em nosso reino?
A senhora rainha respondeu-lhe:
- Sim, meu amado, eu tenho percebido muita coisa em nosso reino. Acho que há alguém roubando a nossa herança!
O rei respondeu:
- Não só nossa herança, mas também fazendo desaparecer nossos guardas e provocando também muitas mortes!
- Eu acho que isso que anda acontecendo é coisa daquela feiticeira malvada!
- E não é só isso, não. Ela anda provocando tempestades por aí .
E o rei ordenou que todos fossem à caça da feiticeira má. Ninguém a encontrou. O rei falou como seu guarda mais forte e mandou-o ir à caça da feiticeira. Ele foi .
Passaram duas semanas e o guarda não chegava. O rei ficou muito nervoso. Passado um mês, o guarda veio com uma velhota feiticeira. Todos no reino ficaram assustados com ela.
O rei, ao em vez de matá-la, prendeu-a num calabouço e todos ficaram felizes sem roubos, sem mortes e desaparecimentos em todo o reino.
Thursday, March 15, 2007
Joana Marquês
UMA HISTÓRIA BEM CONTADA
Era uma vez uma menina chamada Joana que vivia noutro planeta, chamado Euforia. Tinha um cão chamado Enguia.
À tarde, quando chegava a casa, depois de fazer os trabalhos da escola, deitava-se junto de uma velha árvore do seu quintal. Pensava em tudo, como seriam as pessoas dos outros planetas, como se vestiriam. Aquela árvore era onde ela estava bem. No Verão dormia lá no chão. Para a Joana, a árvore era o seu mundo encantado.
O planeta da Joana era pequeno, as casas estavam viradas ao contrário, as árvores não estavam direitas como as nossas, só que com folhas verdes-alface e flores nos ramos.
Não havia nada que destruísse o planeta. O planeta era o melhor de todos.
Um dia aconteceu algo extraordinariamente horrível. Ao seu planeta Euforia chegaram pessoas de outro mundo. Elas eram verdes, tinham cinco cabeças e cada uma das cabeças tinha seis orelhas. Eram muito pequenas, mediam menos de vinte e cinco centímetros, mas eram muito amigáveis. Mas essas pessoas eram muito barulhentas e faziam mal às árvores.
Desde aí o planeta Euforia nunca mais foi o mesmo e a Joana veio para o planeta Terra, onde escreveu este texto que acabaram de ler.
Era uma vez uma menina chamada Joana que vivia noutro planeta, chamado Euforia. Tinha um cão chamado Enguia.
À tarde, quando chegava a casa, depois de fazer os trabalhos da escola, deitava-se junto de uma velha árvore do seu quintal. Pensava em tudo, como seriam as pessoas dos outros planetas, como se vestiriam. Aquela árvore era onde ela estava bem. No Verão dormia lá no chão. Para a Joana, a árvore era o seu mundo encantado.
O planeta da Joana era pequeno, as casas estavam viradas ao contrário, as árvores não estavam direitas como as nossas, só que com folhas verdes-alface e flores nos ramos.
Não havia nada que destruísse o planeta. O planeta era o melhor de todos.
Um dia aconteceu algo extraordinariamente horrível. Ao seu planeta Euforia chegaram pessoas de outro mundo. Elas eram verdes, tinham cinco cabeças e cada uma das cabeças tinha seis orelhas. Eram muito pequenas, mediam menos de vinte e cinco centímetros, mas eram muito amigáveis. Mas essas pessoas eram muito barulhentas e faziam mal às árvores.
Desde aí o planeta Euforia nunca mais foi o mesmo e a Joana veio para o planeta Terra, onde escreveu este texto que acabaram de ler.
Wednesday, March 14, 2007
Fábio Marquês
O CASTELO ANDANTE
Era uma vez um monstro que era muito malvado e tinha muitos poderes.
Um dia o monstro disse:
- Vou à cidade destruir muitas casas e fazer um castelo andante.
E assim foi: o monstro construiu o castelo andante e, para o conduzir, fez um demónio de fogo que se chamava Calsifer.
Também à solta estava a Bruxa do Nada, que ainda era mais malvada do que o monstro. Até enfeitiçou uma rapariga, a Sophie. Ela era muito nova e a bruxa transformou-a em velha.
Um dia o monstro disse:
- Vou ajudar a Bruxa do Nada para ela arranjar uma velha que saiba trabalhar.
Quando o monstro chegou, a Bruxa afirmou:
- Eu sei o que tu vens cá fazer. Vens pedir uma velha para trabalhar, não é?
- Sim. Porquê?
- Porque eu só tenho uma disponível. Ela chama-se Sophie. OK?
- Sim.
- Espera - continuou a Bruxa -. O que é que tu me vais dar em troca?
- Já sei... um chupa. Não, não... uma melga. Não, um murro... Não, não... Já sei... Não te dou nada. Não! Dou-te um demónio de fogo igual ao meu. Pode ser?
- Sim, acho que sim.
E assim foi. Quando a Sophie lá chegou, protestou:
- Que barafunda! Isto não é limpo há séculos... Adivinhei?
- Sim. É tudo para tu lavares e limpares - respondeu o Calsifer, o demónio do fogo.
- Oh não! - disse a Sophie.
- Oh sim! - insistiu o Calsifer - mas agora vais para a casota do cão.
Na manhã seguinte, a Sophie limpou e esfregou. Mas houve um dia em que o monstro disse ao Calsifer:
- Põe água na banheira para a Sophie tomar banho.
- OK, senhor monstro mauzão.
E passaram anos e anos...
A Sophie um dia reparou no monstro. Ele tinha a cara cortada. Parecia que navalhas tinham passado por ali. A Sophie perguntou ao Calsifer:
- O que é aquilo que ele tem cara?
- Sabes, o monstro não é mau...
- Não, não é.
- Cala-te, Sophie! E deixa-me continuar. - interrompeu o Calsifer - Ele, o monstro, anda a tentar combater a guerra dos maus.
- Ah, então ele também é bom?
- Sim.
- Ele combate o mal.
E a Sophie foi falar com o monstro. E esclareceram tudo. O Calsifer levou o castelo até ao lago Estrela e o monstro conseguiu combater o mal até ao fim. Mas faltava acabar com o feitiço da Sophie.
Um dia apareceu um espantalho chamado Cabeça-de-Nabo que tinha a poção da Sophie na mão. Para lhe dar a poção tinha que receber um beijo dela. O Cabeça-de-Nabo deixou aquilo cair. A Bruxa do Nada apanhou-o e levou-o para a sua toca. O monstro e o Cabeça-de-Nabo foram atrás da feiticeira. Houve outra guerra, mas quem ganhou foi o Cabeça-de-Nabo, porque o monstro morreu na batalha. O espantalho afirmou:
- Isto é para ti, amiga Sophie.
- Obrigada. E o monstro?
- Ah, o monstro morreu na batalha... Desculpa, Sophie.
A Sophie tomou aquilo e voltou a ser jovem. O Calsifer tornou-se num cavalo com as cores do fogo. E o Cabeça-de-Nabo transformou-se em príncipe encantado e casou com a Sophie. Viveram felizes para sempre.
Era uma vez um monstro que era muito malvado e tinha muitos poderes.
Um dia o monstro disse:
- Vou à cidade destruir muitas casas e fazer um castelo andante.
E assim foi: o monstro construiu o castelo andante e, para o conduzir, fez um demónio de fogo que se chamava Calsifer.
Também à solta estava a Bruxa do Nada, que ainda era mais malvada do que o monstro. Até enfeitiçou uma rapariga, a Sophie. Ela era muito nova e a bruxa transformou-a em velha.
Um dia o monstro disse:
- Vou ajudar a Bruxa do Nada para ela arranjar uma velha que saiba trabalhar.
Quando o monstro chegou, a Bruxa afirmou:
- Eu sei o que tu vens cá fazer. Vens pedir uma velha para trabalhar, não é?
- Sim. Porquê?
- Porque eu só tenho uma disponível. Ela chama-se Sophie. OK?
- Sim.
- Espera - continuou a Bruxa -. O que é que tu me vais dar em troca?
- Já sei... um chupa. Não, não... uma melga. Não, um murro... Não, não... Já sei... Não te dou nada. Não! Dou-te um demónio de fogo igual ao meu. Pode ser?
- Sim, acho que sim.
E assim foi. Quando a Sophie lá chegou, protestou:
- Que barafunda! Isto não é limpo há séculos... Adivinhei?
- Sim. É tudo para tu lavares e limpares - respondeu o Calsifer, o demónio do fogo.
- Oh não! - disse a Sophie.
- Oh sim! - insistiu o Calsifer - mas agora vais para a casota do cão.
Na manhã seguinte, a Sophie limpou e esfregou. Mas houve um dia em que o monstro disse ao Calsifer:
- Põe água na banheira para a Sophie tomar banho.
- OK, senhor monstro mauzão.
E passaram anos e anos...
A Sophie um dia reparou no monstro. Ele tinha a cara cortada. Parecia que navalhas tinham passado por ali. A Sophie perguntou ao Calsifer:
- O que é aquilo que ele tem cara?
- Sabes, o monstro não é mau...
- Não, não é.
- Cala-te, Sophie! E deixa-me continuar. - interrompeu o Calsifer - Ele, o monstro, anda a tentar combater a guerra dos maus.
- Ah, então ele também é bom?
- Sim.
- Ele combate o mal.
E a Sophie foi falar com o monstro. E esclareceram tudo. O Calsifer levou o castelo até ao lago Estrela e o monstro conseguiu combater o mal até ao fim. Mas faltava acabar com o feitiço da Sophie.
Um dia apareceu um espantalho chamado Cabeça-de-Nabo que tinha a poção da Sophie na mão. Para lhe dar a poção tinha que receber um beijo dela. O Cabeça-de-Nabo deixou aquilo cair. A Bruxa do Nada apanhou-o e levou-o para a sua toca. O monstro e o Cabeça-de-Nabo foram atrás da feiticeira. Houve outra guerra, mas quem ganhou foi o Cabeça-de-Nabo, porque o monstro morreu na batalha. O espantalho afirmou:
- Isto é para ti, amiga Sophie.
- Obrigada. E o monstro?
- Ah, o monstro morreu na batalha... Desculpa, Sophie.
A Sophie tomou aquilo e voltou a ser jovem. O Calsifer tornou-se num cavalo com as cores do fogo. E o Cabeça-de-Nabo transformou-se em príncipe encantado e casou com a Sophie. Viveram felizes para sempre.
Tuesday, December 05, 2006
Bruno Franco
O MENINO DEFICIENTE
Era uma vez um menino que estava a ver televisão, quando uma magia poderosa foi utilizada nele. Ele não sabia o que lhe tinha acontecido. Quando chegou a noite, o menino ficou apenas com uma orelha. Chegando a casa, os pais não sabiam o que fazer. Cada noite era pior e ele não aguentava mais.
- Estou farto de ficar só com uma orelha...
Decidiu ir outra vez ver televisão.
Viu então uma bruxa que estava com o pé fora da televisão. Entrou.
Os aldeões de uma aldeia estavam a travar uma batalha contra as bruxas. Ele entrou e lutou também contra elas. Quando chegou ao castelo das bruxas, lutou com uma malvada e venceu-a, porque a sua única orelha fazia grandes ruídos.
Como derrotou as bruxas, o feitiço piorou. E ele ficou com uma orelha até ao fim da vida. Mas, quando teve um filho, era igual aos restantes aldeões e viveram felizes para sempre.
Era uma vez um menino que estava a ver televisão, quando uma magia poderosa foi utilizada nele. Ele não sabia o que lhe tinha acontecido. Quando chegou a noite, o menino ficou apenas com uma orelha. Chegando a casa, os pais não sabiam o que fazer. Cada noite era pior e ele não aguentava mais.
- Estou farto de ficar só com uma orelha...
Decidiu ir outra vez ver televisão.
Viu então uma bruxa que estava com o pé fora da televisão. Entrou.
Os aldeões de uma aldeia estavam a travar uma batalha contra as bruxas. Ele entrou e lutou também contra elas. Quando chegou ao castelo das bruxas, lutou com uma malvada e venceu-a, porque a sua única orelha fazia grandes ruídos.
Como derrotou as bruxas, o feitiço piorou. E ele ficou com uma orelha até ao fim da vida. Mas, quando teve um filho, era igual aos restantes aldeões e viveram felizes para sempre.
Thursday, November 02, 2006
Inês Lopes
UMA AVENTURA NO CRE
Um grupo de amigas foi ao CRE pesquisar. Desapareceram subitamente, como por magia, e apareceram no écran do computador, ou seja, dentro da própria pesquisa, que era sobre os animais selvagens.
A pesquisa começou a movimentar-se e uma manada de rinocerontes esfomeados começou a correr atrás delas. Resolveram subir a uma árvore. Subiram, mas ao subirem acordaram um gorila. Este ficou zangado e começou a correr também atrás delas. Enquanto corriam, uma águia apanhou-as e levou-as para o ninho. De repente, deixou-as cair. Mas... enquanto caíam desapareceram no nada. Todos os animais ficaram espantados a olhar para o céu!
As raparigas caíram em cima de dois rapazes e correram com muita pressa, pois estavam atrasadas para a aula de Língua Portuguesa. O "setor" de Português resolveu mandar escrever uma história inventada, em que os próprios alunos fossem as personagens. As nossas amigas tiveram uma grande vantagem. É que o trabalho era de grupo e elas tinham a história ideal.
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