Wednesday, December 13, 2006

Os dons

SARA C., 7º A

Escolhi o conhecimento, porque adoro conhecer novas coisas do mundo, descobrir curas de outros países, as suas tradições e novas tecnologias.
Também gostaria de ter riqueza para poder doar dinheiro aos orfanatos, aos pobres, ao canil e pagar as curas para os doentes que não têm dinheiro.
O que eu não gostaria de ter era força; não preciso dela, pois não gostava de andar por aí a carregar objectos e ainda iria parar ao circo.

SARA A., 7º A

Eu gostaria de ter o dom da saúde, porque assim não tinha muitas doenças.
Gostaria também de ter o dom da bondade, porque assim espalhava bondade pelo mundo inteiro e por todas as pessoas que precisam de bondade para não fazerem as maldades que fazem.
Eu abdicaria do dom da riqueza, porque o homem não vive só de riquezas e o dinheiro não faz bem a ninguém. Depois chegamos a uma altura em que o dinheiro se gasta e ficamos cheios de dívidas para pagar.

PEDRO M., 7º A

Eu gostaria de ter a bondade e a riqueza, porque gostava de poder ajudar alguns dos milhões de pessoas no mundo que vivem na pobreza, com muitos filhos e têm de ir procurar comida aos caixotes do lixo ou que estão no desemprego e que têm de pedir esmola para sobreviver. Assim, poderia oferecer-lhes segurança, sanidade mental, alimento e uma casa. Mas não se pode ter tudo, por isso eu gostava de ter dinheiro e a bondade.
Eu não gostava de ter poder, porque as pessoas acham que eu faço as decisões certas e depois tratam-me mal.

DANIEL, 7º A

Eu gostaria de ter saúde, porque a saúde prolonga a vida e eu gostava de viver muito tempo.
O outro dom que gostaria de ter era a riqueza para poder comprar o que quisesse. Também gostaria de ter conhecimento porque o conhecimento faz-nos saber e conhecer tudo; assim talvez tivesse excelente em todos os testes e então a minha mãe ficaria muito, mas mesmo muito contente.
Eu não me importava de não ter força, porque a força não interessa para nada; às vezes só piora as situações.

NUNO A. 7º B

Por que gosto de ler e escrever

Quando leio sinto que estou a viver a história. É como se entrasse no livro e as suas personagens não me vissem. Gosto de ler porque enquanto leio me abstraio do mundo real e vou para um mundo imaginário.
Quando escrevo transcrevo os meus sentimentos e pensamentos para uma folha que normalmente guardo num sítio pessoal no meu quarto.

Victoryia, 7º B

A carteira mágica
Era uma vez a Júlia, uma menina sincera, simpática e muito pobre. Ela vivia com a avó porque os seus pais tinham morrido. Elas eram tão pobres, mas tão pobres que até quando estavam doentes não tinham dinheiro para comprar remédios.
Um dia, a avó ficou doente e para ir ao Hospital era preciso muito dinheiro. A Júlia estava muito triste com a doença da sua avó, pois era uma doença muito grave que podia causar a morte se não fosse tratada.
Passado alguns dias, quando a Júlia ia para a escola encontrou uma carteira. Ela abriu-a e lá dentro encontrou dinheiro e um papel que dizia: “Quem encontrar esta carteira fique com ela.” A menina ficou radiante e reparou que cada vez que tirava dinheiro da carteira, ela voltava a ficar cheia. Assim, a Júlia conseguiu ir com a avó ao Hospital e salvá-la.
A rapariga também ajudou algumas outras pessoas pobres com o dinheiro da carteira e todos viveram ricos e felizes para sempre.

A máquina do tempo

Um dia, na montanha por detrás da minha escola, encontrei um livro muito antigo que dizia como construir uma máquina do tempo. Segui as instruções desse livro e construí uma máquina do tempo, mas ela só dava para ir para o passado.
Então, pensei que poderia construir um parque pré-histórico se viajasse até ao passado e trouxesse dinossauros para o presente. Pus mãos à obra e construí um parque com vigas de madeira para poder pôr os dinossauros. Abri o portal para o passado e passei para o outro lado e vi uma planície com muitos dinossauros, plantas e árvores. Arranjei maneira de fazer uma armadilha para que quando os dinossauros ficassem presos passassem pelo portal do tempo e fossem para o parque que eu lhes construíra. As pessoas pagavam para ver os dinossauros e eu fiquei “podre de rico”.

NUNO A., 7º B

Tuesday, December 05, 2006

Bruno Franco

O MENINO DEFICIENTE

Era uma vez um menino que estava a ver televisão, quando uma magia poderosa foi utilizada nele. Ele não sabia o que lhe tinha acontecido. Quando chegou a noite, o menino ficou apenas com uma orelha. Chegando a casa, os pais não sabiam o que fazer. Cada noite era pior e ele não aguentava mais.
- Estou farto de ficar só com uma orelha...
Decidiu ir outra vez ver televisão.
Viu então uma bruxa que estava com o pé fora da televisão. Entrou.
Os aldeões de uma aldeia estavam a travar uma batalha contra as bruxas. Ele entrou e lutou também contra elas. Quando chegou ao castelo das bruxas, lutou com uma malvada e venceu-a, porque a sua única orelha fazia grandes ruídos.
Como derrotou as bruxas, o feitiço piorou. E ele ficou com uma orelha até ao fim da vida. Mas, quando teve um filho, era igual aos restantes aldeões e viveram felizes para sempre.

Jheniffer Luiz



A DEFICIÊNCIA

Acho que a deficiência é normal, embora um pouco triste para quem tem este problema.
Não devemos olhar para essas pessoas de maneira diferente. Algumas delas até jogam vólei, basquetebol ou outro desporto qualquer melhor do que nós.
Algumas pessoas acham que os deficientes são diferentes de nós, mas estão muito enganadas. São iguais em tudo e, às vezes, até melhores.
É muito feio tratar as pessoas de forma diferente, sabendo que têm o mesmo sangue que nós. Nunca as tratem assim!

Daniela Bambo

SER CRIANÇA É...

... Aprender,
Brincar,
Criar,
Dar amizade,
Estudar, ser
Feliz,
Ganhar amigos, ser
Heróico,
Incrível e
Jovial.
... Lutar pela paz,
Mudar o mundo,
Navegar nos sonhos,
Olhar o mundo como mundo da fantasia,
Preservar a natureza,
Querer ser feliz,
Rir,
Ser alegre,
Ter direito à vida,
Unir a humanidade,
Vencer o destino,
Xingar quem nos faz mal e
Zelar pelos nossos direitos.